quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Garoto do interior do estado de Illinois usou prêmio de mil dólares para pagar sessões de quimioterapia da companheira de 2 anos.


Essa é uma grande história de amizade, uma amizade muito especial entre duas crianças e um gesto enorme de solidariedade.
Wyatt Erber tem 8 anos e Cara Kielty tem só 2 aninhos. Wyatt gosta de futebol. “É um esporte interessante. Você defende, chuta. É divertido”, diz ele.
Cara Kielty ainda nem fala direito. É a mãe dela quem conta sobre o programa favorito da menina. “Cara adora ver desenhos na TV. Mickey Mouse é o personagem de que ela mais gosta”, diz Trisha Kielty.
Na casa de Wyatt, a tela mais popular é a do videogame. Já a garotinha se diverte com bolsa de mulher. Da mãe, no caso. Tira um documento, um chiclete e o álcool gel.
Cara vive cinco casas adiante de Wyatt. São vizinhos e se encontram com frequência na rua. Mas o que une essas duas crianças não é a proximidade ou o fato de viverem no mesmo condomínio na cidade de Edwardsville, no interior do estado de Illinois. O garoto participou de uma gincana promovida por um banco da região. Durou dois meses e meio e ele venceu. Sabe o que ele fez com o prêmio?
US$ 1 mil, pouco mais de R$ 2 mil. Teve até cerimônia para receber o checão, mas o dinheiro não ficou nem um segundo com ele. Wyatt decidiu doar todo o prêmio. Para quem? Para a vizinha Cara.
“Quando ele me ligou, o primeiro sentimento foi: não, isso não vai acontecer. Você é um garoto de 8 anos, pegue seu dinheiro, compre um videogame, tome seu sorvete, mas isso não vai acontecer”, relembra a mãe de Cara.
O pai de Wyatt ficou orgulhoso. “Foi um gesto muito bonito”, resume Jeff Erber.
“Fiquei em choque. Jamais imaginei que ele fosse fazer isso”, conta a mãe do garoto, Noelle.
Mas por que essa reação toda? É que antes de doar, Wyatt perguntou à mãe: “Com US$ 1 mil, quantas sessões de quimioterapia Cara poderá fazer?”. É isso: Cara Kielty tem câncer.
Em maio deste ano, a garotinha teve uma dor de ouvido e uma febre alta. Nenhum antibiótico funcionou. Uma semana depois, veio o diagnóstico: era leucemia, um câncer que surge na medula óssea.
Cara ficou quase 20 dias internada. Fez cirurgias e várias transfusões de sangue. Agora, uma vez por semana, faz quimioterapia.
“Eu achei que essa doação pudesse ser boa para ela. Eu simplesmente achei que ela fosse gostar disso”, conta Wyatt na maior naturalidade.
Mas de onde vem esse gesto tão solidário? A mãe do garoto busca uma explicação.
“Há alguns anos, nós começamos a fazer biscoitos para vender e ajudar a Associação Nacional das Crianças com Câncer. Acho que aí ele aprendeu algo sobre essa doença e a importância do dinheiro para o tratamento”.
Nem parece que se fala de uma criança de 8 e de outra de 2 anos. São melhores amigos, que se divertem derrubando cubos de plástico empilhados. A mãe de Cara conta que a filha está respondendo à quimioterapia. Os médicos dizem que a menina tem 90% de chance de ficar curada.
“Eu estou anotando tudo, fazendo um livro para ela ler depois, quando crescer, e saber o quanto foi amada”, diz Trisha.
Mas a pequena parece que já anda entendendo tudo, pelo tanto que agradece ao amigo Wyatt.

Tire suas dúvidas sobre doação e transplante de medula. LEIA COM ATENÇÃO

Olá Amigos!!!
Vamos falar sobre doação de medula, muitas mensagens que recebemos eram iguais, perguntando sobre doação de medula. Então vamos colocar aqui e tentar tirar as duvidas de vocês.
* Para se cadastrar como doador de medula NÃO PRECISA TER TIPO SANGUINEO COMPATIVEL COM QUEM PRECISA DA MEDULA. O transplante de medula é o único procedimento que existe onde o receptor pode mudar o tipo sanguineo. Então o que conta não é o tipo sanguineo é a COMPATIBILIDADE GENÉTICA entre doador e receptor.
*É preciso ter mais de 18 anos para fazer o cadastro
* Para ser doador de medula você entra num cadastro MUNDIAL, é impossivel direcionar a doação pra algum paciente especificamente. Lembre-se o que conta é a COMPATIBILIDADE.
* Se você for compativel com mais de 1 pessoa ( o que é extremamente raro ) não se preocupe, VOCÊ PODE DOAR MAIS DE UMA VEZ, ja que a medula se REGENERA, e rapidamente coloca de volta o que foi doado.
* Qualquer pessoa no MUNDO, que esteja precisando de uma medula novinha poderá ser COMPATIVEL com VOCÊ.
* Se você é cadastrado e nunca foi chamado, agradeça a Deus, isso significa que NINGUÉM geneticamente compativel com você está precisando no momento. Mas você só sabe disso pois está cadastrado.
* Receptor e doador NÃO TEM CONTATO, exceto se a doação for feita no mesmo hospital, em alguns casos se consegue este encontro.
* Ninguém tem acesso as suas informações pessoais e genéticas. Por isso não é possivel que a familia de quem está precisando verifique se você é compativel ou não. Quem faz isso é o REDOME, o sistema onde fica armazenado os seus dados.
* Primeiro você doa esperança, depois você doa vida. Lembre-se, cadastrar-se como doador de medula é o primeiro passo pra salvar uma vida, reconstruir uma familia e fazer pelo próximo o maior gesto de amor que existe. É um pouquinho de você que vai salvar TUDO de alguém.
A leucemia não tem hora e nem idade pra aparecer, hoje eu peço pelo meu filho, amanhã outros Pedros irão pedir, não espere acontecer com você ou com alguém próximo para que você se importe, se importe agora, pois a doença não nos dá tempo de esperar você pensar nisso depois...


Como fazer?


Se cadastre no hemocentro de sua cidade, não custa nada. Será colhido apenas 5 ml de sangue para realização do cadastro, você então será incluido no REDOME , e assim que alguém geneticamente compatível com você precisar, eles entrarão em contato para realizar a coleta da medula e assim fazer o transplante.
Viu como é fácil e rápido.
Muitos Pedrinhos contam com você !

Como se tornar um doador de medula?
Você precisa ter entre 18 e 54 anos e estar em bom estado de saúde;
Ir até um hemocentro ou hemonúcleo autorizado e CADASTRAR-SE!
O CADASTRO consiste no preenchimento de uma ficha de identificação e
na COLETA de um simples exame de sangue para o teste de compatibilidade (tipagem
HLA);
Seus dados e sua tipagem HLA serão cadastrados no Registro Nacional de Doadores
Voluntários de Medula Óssea (REDOME);
Quando aparecer um paciente com a medula compatível com a sua, você será
chamado;
Novos testes sanguíneos serão necessários para a confirmação da compatibilidade;
Se a compatibilidade for confirmada, você será consultado para decidir a doação;
Seu atual estado de saúde será então avaliado.


Como é feita a doação?
A doação é um procedimento que se faz em centro cirúrgico, tem duração de 2
horas aproximadamente, sob anestesia peridural ou geral, e requer internação por
um mínimo de 24 horas. São realizadas múltiplas punções, com agulhas, nos ossos
posteriores da bacia e é aspirada a medula. Retira-se um volume de medula do doador
de, no máximo, 15%. Esta retirada não causa qualquer comprometimento à saúde.
Nos primeiros três dias após a doação pode haver desconforto localizado, de leve a
moderado, que pode ser amenizado com o uso de analgésicos e medidas simples.
Normalmente, os doadores retornam às suas atividades habituais depois da primeira
semana.

Para o doador, a doação será apenas um incômodo passageiro. Para o doente, será a diferença entre a vida e a morte. A doação de medula óssea é um gesto de solidariedade e de amor ao próximo.

terça-feira, 2 de outubro de 2012


Contra câncer, governo lança Programa de Mamografia Móvel

A atriz Zeze Mota e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante lançamento da campanha Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
A atriz Zeze Mota e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante lançamento da campanha
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, assinou nesta segunda-feira portaria que cria o Programa de Mamografia Móvel. Padilha cita a desigualdade de acesso à mamografia como uma grande preocupação das políticas públicas e aponta as unidades móveis como uma forma de melhorar o acesso da população feminina de menos renda a serviços de prevenção.
O câncer de mama é o segundo que mais atinge as brasileiras. A estimativa é que, em 2012, cerca de 52 mil mulheres vão ter o diagnóstico da doença. Cerca de 260 municípios com mais de 100 mil habitantes têm dificuldade de acesso ao exame de mamografia. A faixa prioritária para o exame é entre 50 e 69 anos, mas a mamografia deve ser feito por todas as mulheres a partir dos 40.
De acordo com Maira Callefi, presidente da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama) o exame é essencial para a detecção do câncer em seu estágio inicial. “Estágio zero é aquele em que aparecem apenas pequenas microcalcificações, o que somente a mamografia detecta. Por isso é tão importante a mamografia de rotina”, afirmou.
Segundo Maira, no chamado estágio um, os tumores têm até 2 cm, sem envolvimento com a axila. “É um problema para o autoexame. Nesses estágios, há 95% de chances de cura”, explica, ressaltando a importância da mamografia para o diagnóstico precoce.
A presidente da Femama informa que 12 mil mulheres morrem, anualmente, de câncer de mama. Ela ainda ressalta que apenas 20% das mulheres são diagnosticadas ainda nos primeiros estágios da doença, e aponta o tempo entre o diagnóstico e o tratamento, que no Brasil é de 180 dias, como entrave para a cura. “O ideal seria, no máximo, 30 dias”, disse.
Para o presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), Anderson Silvestrini, quando o câncer de mama é detectado tardiamente, as chances de sobrevivência das mulheres caem para 30%.
O programa vai liberar Unidades Oncológicas Móveis que percorrerão locais estratégicos dos municípios e estados que se cadastrarem para receber o serviço. O financiamento das unidades móveis será compartilhado entre o governo federal, os estados e municípios, cabendo a estes a estratégia de atendimento.
De acordo com o Ministério da Saúde, os exames feitos nessas unidades serão enviados via satélite para um estabelecimento de saúde para que um médico especialista avalie e dê o resultado em até 24 horas. A ação do Ministério da Saúde faz parte da programação do movimento Outubro Rosa, uma ação internacional que estimula a participação da sociedade nas questões relativas ao câncer de mama.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Outubro Rosa busca conscientizar sobre prevenção do câncer de mama

   



OUTUBRO ROSA
Quanto mais cedo diagnóstico é feito, maiores são as chances de cura
Quanto mais cedo diagnóstico é feito, maiores são as chances de cura
O Outubro Rosa é o mês de conscientização e combate do câncer de mama. No Brasil, estimativas do Inca (Instituto Nacional de Câncer), indicam que a doença será responsável por 52.680 novos casos até o fim do ano.
O movimento que dura o mês inteiro busca alertar sobre os riscos e a necessidade de diagnóstico precoce deste tipo de câncer, que é o segundo mais recorrente no mundo, perdendo apenas para o de pele. Saiba quais são os fatores de risco envolvidos, como prevenir e quais as principais estratégias de tratamento, na seção “Câncer de Mama” -


É lei: todo paciente de câncer, independente do tipo e da gravidade, pode sacar o Fundo de Garantia



Foto: Getty Images
Gabriela Pestana
Uma notícia dura, difícil de receber. O diagnóstico do câncer assusta qualquer pessoa e enfrentar o tratamento exige muita coragem e determinação. Nessa hora, quase ninguém se lembra de correr atrás dos direitos a que esses pacientes têm. A maioria dos brasileiros que têm câncer não sabe, mas o simples diagnóstico da doença garante a eles direitos especiais.
Alguns hospitais em São Paulo, como o Hospital do Câncer, criaram cartilhas para orientar os pacientes. Elas estão disponíveis a todos – pacientes ou não – na internet. “Essa compilação de legislações trata dos direitos das pessoas portadoras de câncer e/ou de doenças graves, sendo que o seu objetivo é facilitar o entendimento e auxiliar no processo de solicitação dos benefícios previstos em lei, que podem atenuar os impactos financeiros e sociais dos pacientes oncológicos”, explica a assistente social Ana Coralina, do Hospital A.C.Camargo, mantido pela Fundação Antonio Prudente.
Se você também não sabe que direitos são esses, preste atenção.
FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço)
É lei: todo paciente de câncer, independente do tipo e da gravidade, pode sacar o Fundo de Garantia por tempo de serviço, o FGTS, assim como o PIS/PASEP.
Se uma criança tem câncer mas os pais trabalham, eles podem sacar o FGTS. A solicitação deve ser feita em uma agência da Caixa Econômica Federal. É preciso apresentar os documentos pessoais originais e o exame que diagnostica a doença. O exame anatomopatológico, como é chamado, é um documento essencial para qualquer tipo de benefício. Ele normalmente está no prontuário médico do paciente ou no laboratório onde foi feito o exame.
O paciente também tem direito a licença médica e a receber o auxílio-doença. Outro direito é a isenção de imposto de renda. Esses benefícios devem ser solicitados ao INSS. Os doentes também podem exigir mais rapidez da Justiça em qualquer processo. Para isso, basta fazer um requerimento diretamente ao juiz responsável pela Vara onde está o caso.

terça-feira, 25 de setembro de 2012


Imagem mostra espécie de Cobra Marrom. Toxinas presentes no veneno poderiam ajudar na criação de medicamentos para doenças como câncer e diabetes

Toxinas que tornam venenos mortais podem retornar ao estado inofensivo e ajudarem na criação de remédios para doenças humanas

Imagem mostra espécie de Cobra Marrom. Toxinas presentes no veneno poderiam ajudar na criação de medicamentos para doenças como câncer e diabetes
Imagem mostra espécie de Cobra Marrom. Toxinas presentes no veneno poderiam ajudar na criação de medicamentos para doenças como câncer e diabetes
Pesquisadores da Liverpool School of Tropical Medicine, no Reino Unido, descobriram que toxinas presentes no veneno de cobras e lagartos podem levar ao desenvolvimento de medicamentos para doenças como câncer, diabetes e pressão alta.
A pesquisa revela que as toxinas que tornam o veneno mortal podem retornar ao estado de moléculas inofensivas, levantando a possibilidade de que elas poderiam ser desenvolvidas em comprimidos.
Venenos de cobra já foram usados para criar as drogas, mas os produtos químicos produzidos são muitas vezes mortais para o consumo humano.
“Nosso trabalho destaca uma relação fascinante entre moléculas que criam o veneno de répteis e proteínas celulares normais. Os resultados sugerem que as moléculas de veneno foram modificadas para fins não venenosos na natureza. Esta é uma prova de princípio de que uma molécula que antes era tóxica pode ser alterada para fornecer benefício a um organismo, até mesmo por meio de remédios”, afirma o pesquisador Gavin Huttley, da Australian National University.
Segundo o principal autor do estudo, Nicholas Caswell, os resultados demonstram a complexa evolução do veneno de cobras e outros répteis. “A glândula de veneno de uma cobra parece ser um caldeirão para a evolução de novas funções para as moléculas, algumas das quais são mantidas venenosas para matar a presa, enquanto outras passam a servir novas funções em outros tecidos do corpo”, explica.
A equipe acredita que a pesquisa abre portas para uma nova era de descoberta de drogas. “Muitas toxinas do veneno de serpentes atingem os mesmos caminhos fisiológicos que os médicos gostariam de atacar para tratar uma variedade de condições médicas, como câncer, diabetes e pressão alta”, concluem os autores

Paciente com Mieloma Múltiplo não consegue comprar remédios para tratar câncer

Raimundo Bruzzi luta contra o Mieloma Múltiplo, uma doença que prejudica a imunidade. Estima-se que 30 mil brasileiros sofram com o mal, que ataca idosos, na maioria dos casos.


Entenda mais sobre o Mieloma Múltiplo
Mieloma múltiplo é uma doença hematológica (do sangue) que se caracteriza pela proliferação descontrolada de células plasmáticas. A incidência da doença ocorre a partir da sétima década da vida, sendo rara antes dos 40 anos. Atinge, preferencialmente, o sexo masculino e os pacientes de raça negra.

Os portadores de mieloma têm uma produção aumentada de células plasmáticas e, portanto, um número aumentado dessas células na medula óssea, que pode variar de 10% a 90% – normalmente, as células plasmáticas constituem menos de 5% das células da medula óssea. Tais acúmulos de células plasmáticas são denominados plasmocitomas. O aumento das células plasmáticas pode acontecer na medula óssea (acúmulo intramedular) ou em outras localizações (acúmulo extramedular), portanto os pacientes com mieloma múltiplo podem apresentar plasmocitomas intra ou extramedulares.
Sinais e Sintomas
Anemia, fadiga e dores ósseas constituem a tríade que sugere o diagnóstico de mieloma múltiplo, embora outros achados sugiram também a doença, como fraturas patológicas, hipercalcemia, insuficiência renal e proteinúria de Bence-Jones.

Dor óssea:
um sintoma característico do mieloma múltiplo é a dor que não responde a tratamento analgésico.

Fraturas ósseas:
as fraturas ósseas costumam ser patológicas, o que significa que podem ocorrer por pequenos traumas. A dor óssea e as fraturas são os primeiros sintomas do mieloma múltiplo.

Hipercalcemia:
é uma alteração da bioquímica do sangue caracterizada pelo aumento dos níveis de cálcio na corrente sanguínea. Se não for controlada, pode causar outros efeitos colaterais como, por exemplo, insuficiência renal.

Lesões osteolíticas:
podem aparecer lesões ósseas disseminadas parecidas com a osteoporose, uma vez que as células plasmáticas ultrapassam 30% do valor normal. Essas lesões enfraquecem o osso, podendo provocar dor óssea e/ou fraturas patológicas.

Proteinúria de Bence-Jones
: as células plasmáticas produzem anticorpos (imunoglobulinas) que fazem parte do sistema imunológico e que, na realidade, são proteínas. O aumento dessas proteínas pode ser detectado no sangue. As proteínas são denominadas proteínas M. Fragmentos dessas proteínas, denominadas proteínas de Bence-Jones, são evidenciados em exames de urina.
Muitos pacientes confirmam o diagnóstico de mieloma após a realização de exames de rotina de sangue e urina, nos quais são encontradas alterações mostrando níveis elevados de proteínas.
Alterações hematológicas: o aumento das células plasmáticas e do cálcio e o excesso de proteínas no sangue podem danificar os glóbulos vermelhos, brancos e plaquetas, provocando anemia (diminuição de glóbulos vermelhos) e trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas), o que pode causar sangramentos, e também alterando o sistema imunológico, predispondo o paciente à infecções