quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Solidariedade



Papai Noel com pouco vermelho – Ministério da Saúde lança vídeo emocionante



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Esse vídeo foi realizado na Avenida Paulista e pode nos mostrar que infelizmente, na época do ano em que tudo gira em torno das compras, a solidariedade passa longe


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segunda-feira, 29 de outubro de 2012


Açaí não é indicado em pacientes com câncer

Pesquisa mostra que ingestão de suco de açaí comercial inibe os benefícios metabólicos da fruta

 Polpa de açaí: suplementação reduz a expressão de citocina pró-inflamatória em órgãos e tecidos adiposos, mas causa aumento da massa tumoral
Polpa de açaí: suplementação reduz a expressão de citocina pró-inflamatória em órgãos e tecidos adiposos, mas causa aumento da massa tumoral
São Paulo – “Um dos principais desafios na luta contra o câncer é esclarecer os mitos que cercam a doença.” Assim começa reportagem publicada em 4 de outubro de 2012 no site da BBC Brasil, sobre uma pesquisa apresentada no congresso da Sociedade Europeia de Oncologia Clínica, na Áustria, que destacou os principais mal-entendidos acerca do câncer que permeiam o imaginário popular.
No Brasil, estudos feitos por Marília Seelaender, professora associada do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), também têm ajudado a esclarecer aspectos associados ao câncer.
Segundo Seelaender, muitos profissionais da saúde buscam combater o tumor e não se importam em tratar o paciente por inteiro. As pesquisas que realiza buscam caracterizar a caquexia associada ao câncer, que consiste em uma inflamação crônica dos órgãos que causa desnutrição e perda excessiva de peso.
“A caquexia se manifesta em 80% dos casos terminais e é responsável pela morte de mais de 20% dos pacientes com câncer. Ainda assim, é tratada por meio da reposição calórica, a qual tem se revelado completamente inócua”, disse.

Em seu mais recente trabalho científico concluído a respeito do tema, Seelaender investigou a suplementação com açaí em casos de caquexia. O estudo teve apoio da Fapesp por meio da modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular.
Muito além de uma dieta de calorias – o que, segundo Seelaender, é a recomendação mais comum para atenuar a caquexia –, a pesquisa propôs analisar o efeito desse alimento em uma dieta de longo prazo, visando à modulação da expressão gênica pelo nutriente da fruta.
Sabe-se que o açaí tem propriedades antiinflamatórias em sua composição natural. No entanto, os estudos feitos no ICB-USP verificaram que, em bebidas comerciais, com a adição de xarope de glicose, os ganhos metabólicos dos nutrientes são eliminados.
“Essa constatação foi feita na primeira fase do projeto, quando testamos bebidas de açaí encontradas em supermercados na suplementação de ratos sadios. Pudemos notar início de esteatose – ou fígado gorduroso –, redução de enzimas ligadas ao metabolismo da glicose e aumento de peso e adiposidade”, destacou Seelaender.
Na segunda etapa da pesquisa, o xarope de glicose foi substituído por mel orgânico, que tem propriedades antiproliferativas. “Dessa vez, comprovamos que, tanto nos animais sadios como nos que portavam tumor, a ingestão desse suco finalmente fez com que a propriedade antiinflamatória do açaí se manifestasse”, disse Seelaender.
Para análise dos experimentos foi levada em conta a razão entre as citocinas pró e antiinflamatórias – IL-6 e IL-10 (interleucinas), respectivamente – presentes no fígado, no músculo e nos tecidos adiposos epididimal e retoperitoneal dos ratos.
Isso porque, em pacientes humanos caquéticos, a relação entre essas citocinas indica um perfil pró-inflamatório (ou seja, mais IL-6 do que IL-10), o que determina inflamação nos órgãos e, consequentemente, desnutrição nos pacientes com câncer.
“Então, nesse aspecto, a suplementação com açaí causou efeitos positivos, uma vez que reduziu a expressão da citocina pró-inflamatória no organismo”, disse Seelaender.
Aumento tumoral
Outra propriedade do açaí, ainda mais conhecida do que a antiinflamatória, é a antioxidante. Seelaender e equipe procuraram verificar se a suplementação com suco de açaí e mel resultava na redução do estresse oxidativo relacionado à caquexia.
“A ingestão desse composto diminuiu a concentração de malondialdeído – que é um elemento pró-oxidante – apenas em ratos sadios. Além disso, em animais doentes, ela causou um aumento significativo da massa tumoral”, disse.
O resultado é que, embora os nutrientes do açaí tragam melhorias em relação ao perfil antiinflamatório do organismo, eles não são eficientes no combate ao estresse oxidativo e ainda podem resultar no crescimento do tumor.
“Por conta disso, não indicamos a suplementação com açaí para o tratamento da caquexia associada ao câncer”, advertiu SeelaCender, que, atualmente, realiza testes em humanos, para analisar as consequências da prática de exercícios físicos no combate a esse sintoma.
Segundo a pesquisadora, essa relação já havia sido estudada em ratos com resultados surpreendentes. “Todos os sintomas da caquexia foram contrabalançados pela atividade física regular e, em humanos, já temos notado inclusive uma diminuição da massa tumoral”, disse.

Mel Maia e Matheus Costa visitam instituição de apoio ao câncer

Fofíssimos, os atores mirins estiveram na Casa Ronald McDonald, no Rio, nesta quinta-feira, 25, onde participaram de um ensaio fotógrafico.

Mel Maia e Matheus Costa (Foto: Divulgação)
Mel Maia e Matheus Costa (Foto: Divulgação)
A pequena Mel Maia, que arrasou como a Rita de ”Avenida Brasil”, e o também ator mirim Matheus Costa visitaram a instituição de apoio ao câncer infantojuvenil, Casa Ronald McDonald, no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira, 25.
A dulpa participou de um ensaio fotográfico para divulgar o II Circuito Infantil de Corridas Contra o Câncer. ”Participo dos eventos do Instituto Ronald McDonald desde bem pequeno, quando ia com o meu pai”, conta Matheus, que viveu o Salim de ”Cordel encantado” e, em 2013, será Pedro, do filme “O Tempo e o Vento”, de Jayme Matarazzo.Fonte: Site EGO do Portal G1

quarta-feira, 24 de outubro de 2012


  1. Foto: ATENÇÃO! CÂNCER DE MAMA, COMPARTILHE URGENTE!
Segundo tipo mais frequente no mundo, o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres, respondendo por 22% dos casos novos a cada ano. Se diagnosticado e tratado oportunamente, o prognóstico é relativamente bom.

No Brasil, as taxas de mortalidade por câncer de mama continuam elevadas, muito provavelmente porque a doença ainda é diagnosticada em estádios avançados. Na população mundial, a sobre
vida média após cinco anos é de 61%.

Relativamente raro antes dos 35 anos, acima desta faixa etária sua incidência cresce rápida e progressivamente. Estatísticas indicam aumento de sua incidência tanto nos países desenvolvidos quanto nos em desenvolvimento. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), nas décadas de 60 e 70 registrou-se um aumento de 10 vezes nas taxas de incidência ajustadas por idade nos Registros de Câncer de Base Populacional de diversos continentes.

Estimativa de novos casos: 52.680 (2012)

Número de mortes: 12.852, sendo 147 homens e 12.705 mulheres (2010)

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Novo medicamento para o Tratamento de Câncer Colorretal Metastático é aprovado pelo FDA dos EUA

Stivarga, novo medicamento
A Food and Drug Administration (FDA) dos EUA aprovou os comprimidos Stivarga® (regorafenibe) para o tratamento de pacientes com câncer colorretal metastático (CCRm) que haviam sido anteriormente tratados com as terapias atualmente disponíveis (incluindo quimioterapia à base de fluoropirimidina, oxaliplatina e irinotecano, uma terapia anti-VEGF e, se KRAS do tipo selvagem, uma terapia anti-EGFR). A aprovação do Stivarga baseia-se nos resultados do estudo Fase III (CORRECT), o qual demonstrou melhoria estatisticamente significativa na sobrevida global (SG) e sobrevida livre de progressão (SLP) em comparação a placebo em pacientes com CCRm, cuja doença havia progredido após terapias-padrão aprovadas. O Stivarga é um inibidor oral multiquinase que inibe várias quinases dentro dos mecanismos envolvidos no crescimento e progressão de tumores – angiogênese, oncogênese e o microambiente do tumor.
“A aprovação nos EUA do Stivarga é um marco importante para a Bayer, pois é a primeira aprovação desse inovador tratamento contra o câncer que atende a uma necessidade médica significativa não atendida no tratamento de câncer colorretal metastático”, afirmou o Dr. Jörg Reinhardt, presidente mundial da Bayer HealthCare. “A Bayer faz investimentos significativos para oferecer aos pacientes e seus médicos terapias inovadoras para uma vida melhor. Com o Stivarga, estamos ampliando nossa carteira de produtos em oncologia, contribuindo significativamente para o crescimento futuro de nossa empresa”.
“A aprovação do regorafenibe é uma adição aos tratamentos de que dispomos para câncer colorretal metastático, importante para pacientes que não possuem outras opções”, afirmou Heinz-Josef Lenz, Médico, FACP, investigador do CORRECT e diretor associado de pesquisas clínicas e co-líder do Programa de Cânceres Gastrointestinais no USC Norris Comprehensive Cancer Center. “No estudo Fase III CORRECT, o medicamento demonstrou prolongar a sobrevida e diminuir a progressão do câncer em pacientes cuja doença havia progredido após o tratamento com as terapias atualmente disponíveis. Oferece aos pacientes uma outra forma de combater esse câncer”.
No ensaio Fase III CORRECT (Câncer colorretal tratado com regorafenibe ou placebo após fracasso da terapia-padrão), o regorafenibe associado ao melhor tratamento de suporte (BSC ou best supportive care) melhoraram significativamente a SG (HR=0.77, p=0.0102) e SLP (HR=0.49, p < 0.0001) em comparação ao placebo mais BSC. A SG mediana foi de 6.4 meses com regorafenibe versus 5.0 meses com placebo; a SLP mediana foi de 2.0 meses com o regorafenibe versus 1.7 mês com placebo. Os dados também demonstraram um benefício de sobrevida (SG e SLP) no lado do regorafenibe praticamente em todos os subgrupos analisados. Nenhuma diferença foi observada no índice de resposta geral. Cinco pacientes (1%) no grupo do regorafenibe e um paciente (0.4%) no grupo do placebo tiveram respostas parciais. Relatou-se o histórico da avaliação KRAS para 729 pacientes (96%); relatou-se que 430 (59%) desses pacientes tiveram mutação KRAS. As reações adversas a medicamento mais frequentemente observadas (≥30%) nos pacientes que receberam regorafenibe foram astenia/fadiga, diminuição do apetite e aporte alimentar, reação cutânea palmo-plantar / eritrodisestesia palmar-plantar, diarreia, mucosite, perda de peso, infecção, hipertensão e disfonia. As reações adversas a medicamento mais graves em pacientes que receberam regorafenibe foram hepatotoxicidade, hemorragia e perfuração gastrointestinal.
Os dados primários de segurança e eficácia desse ensaio foram apresentados pela primeira vez no Simpósio Anual de Cânceres Gastrointestinal da Sociedade Norte-Americana de Oncologia Clínica (ASCO-GI) em janeiro de 2012, e outros dados foram apresentados na Reunião Anual ASCO em junho de 2012.
O Stivarga foi desenvolvido e analisado segundo o programa fast track, tendo recebido a designação de análise de prioridade da FDA. Essas designações são outorgadas pela FDA visando acelerar o desenvolvimento e análise de medicamentos para o tratamento de graves doenças e para atender à necessidade médica não atendida (fast track), concedidas a medicamentos que ofereçam grandes avanços no tratamento ou que ofereçam um tratamento quando não há nenhuma terapia adequada (análise de prioridade).
Sobre o Câncer Colorretal
O CCR é o quarto câncer mais comum no mundo inteiro, com mais de um milhão de casos a cada ano. A taxa de mortalidade do CCR é de aproximadamente metade de sua incidência global. A estimativa de sobrevida de cinco anos para o CCR em média é de 55%, porém é bastante variável, dependendo do estágio da doença (de 74% dos pacientes com doença Estágio I a somente 6% para pacientes no Estágio IV).
No CCRm, a condição KRAS é um biomarcador importante, podendo ser um elemento de previsão da resposta ao tratamento. Aproximadamente 40% dos cânceres colorretais são caracterizados por mutações no gene KRAS. Algumas das terapias CCR atualmente disponíveis demonstraram eficácia somente em pacientes sem mutações KRAS (KRAS selvagem).
Sobre o CORRECT
O CORRECT foi um estudo Fase III, internacional, multicêntrico, randomizado, duplo-cego, controlado por placebo com 760 pacientes com CCRm inscritos, cuja doença havia progredido durante ou dentro de três meses após a última administração das terapias-padrão aprovadas. Os pacientes foram randomizados de forma a receber regorafenibe mais BSC ou placebo mais BSC, respectivamente. Os ciclos de tratamento foram compostos por 160 mg de regorafenibe (ou placebo equivalente), uma vez por dia, por três semanas, seguida por 1 semana de “descanso” sem tratamento (total de 4 semanas), mais BSC.
Sobre o Stivarga® (regorafenib)
O Stivarga® é um inibidor oral multiquinase que inibe várias quinases dentro dos mecanismos envolvidos no crescimento e progressão de tumores – angiogênese, oncogênese e microambiente do tumor. Em estudos pré-clínicos, o Stivarga inibe diversas tirosina-quinases de receptores VEGF que desempenham uma função na neoangiogênese do tumor (o crescimento de novos vasos sanguíneos). Também inibe várias quinases oncogênicas e do microambiente do tumor, incluindo VEGFR 1-3, KIT, RET, PDGFR e FGFR, que individual e coletivamente afetam o crescimento do tumor, formação de microambiente estromal e progressão da doença.
Também foi protocolado pedido para obter aprovação de comercialização para o regorafenibe para o tratamento de CCR metastático na UE em maio de 2012. O NDA do regorafenibe para o tratamento de CCR avançado protocolado no Japão em junho de 2012 recebeu análise de prioridade.O regorafenibe também está sendo investigado para tumores estromais gastrointestinais (GIST) não ressecáveis e/ou metastáticos para pacientes cuja doença tenha progredido, apesar do tratamento anterior com imatinibe e sunitinibe. Os dados positivos do estudo Fase III que demonstram aumento significativo na SLP foram apresentados na Reunião Anual ASCO 2012. O regorafenibe recebeu a designação de medicamento órfão e a designação Fast Track da FDA para esse tipo de tumor. A Bayer protocolou um pedido de novo medicamento junto à FDA para o regorafenibe para GIST em agosto de 2012.
Sobre a Bayer HealthCare Pharmaceuticals
A Bayer HealthCare Pharmaceuticals, divisão da Bayer HealthCare, reúne 38 mil funcionários, em mais de 150 países e está entre as 10 maiores corporações de especialidades farmacêuticas do mundo com faturamento anual superior a €10 bilhões. A Bayer HealthCare Pharmaceuticals é formada pela união mundial da Bayer e da Schering AG, oficializada em 2006. A unidade brasileira é a sua maior subsidiária na América Latina. A atuação no Brasil contempla diferentes áreas de negócio: Saúde Feminina, Medicina Especializada, Medicina Geral e Radiologia & Intervenção.
Fonte: Paraná Shop

Atriz Regina Dourado está internada com câncer grave e com metástases

Walter Breda e Regina Maria Dourado nos bastidores da novela 'América' (2005)
Walter Breda e Regina Maria Dourado nos bastidores da novela ‘América’ (2005)

A atriz Regina Dourado, de 59 anos, está internada desde sábado no hospital Português da Bahia, em Salvador.
Seu último trabalho na TV foi em 2008 na novela Mutantes – Caminhos do Coração, da Record, quando interpretou Altina, a mãe do menino-lobo Vavá (Cássio Ramos). Na mesma emissora, ela esteve no elenco da novela Bicho do Mato (2007). Antes de ser contratada pela Record, em 2007, Regina fez parte de uma série de novelas na TV Globo. A mais recente foi América (2005), em que interpretou Graça a mulher do fofoqueiro Gomes (Walter Breda), no núcleo de Vila Isabel. A atriz esteve presente em outra novela de Glória Perez, Explode Coração (1995).
Um dos primeiros trabalhos de Regina na TV foi na novela Pai Herói (1978). Depois disso, ela integrou o elenco da minissérie O Pagador de Promessas (1988), de Dias Gomes, além das novelas Roque Santeiro (1985), Felicidade (1991) e Renascer (1993).
Ela começou a carreira aos 15 anos, na Companhia Baiana da Comédia, em Salvador. Dez anos depois, se mudou para o Rio de Janeiro e estrou na TV Globo na minissérie a Morte e a Morte de Quincas Berro d’Água (1978). Sua carreira no cinema é constituída por atuações nos longas Corisco & Dadá (1996), de Rosemberg Cariry, No Coração dos Deuses (1999), de Geraldo Moraes, Espelho d’Água – Uma Viagem no Rio São Francisco (2004), de Marcus Vinícius Cesar, e outros.
Regina tem um filho, Leonardo Dourado, de 28 anos.
Informações do site da Revista VEJA e do Portal Terra